A qualidade de um produto depende essencialmente da forma como vendemos, pois vai muito além da maneira como trabalhamos nas propriedades, com os cuidados que preservamos na questão sanitária e com o manejo diário na criação dos animais. O que adianta manter o nível de excelência na produção de suínos? O que adianta estar no estado com o maior destaque sanitário em ambito nacional? E o que adianta lutar todos os dias para que as pessoas passem a consumir ainda mais carne suína?
Enquanto trabalhamos para manter a economia do agronegócio brasileiro estável, a mídia responsável pela consciência das pessoas e dos consumidores destrói o que temos de mais valioso, o nosso produto. Não é justo que uma característica errada, de um vírus sequer connhecido e que mata centenas de pessoas no Brasil, possa descaracterizar a excelência da carne suína e os conceitos que ainda estamos construindo, como a carne mais saudável e gostosa que possa existir.
Se há mais alguém indignado com a "Gripe Suína" no Brasil, por favor ajude-nos a derrubar a idéia errada que o país dos alimentos criou. Pois preste atenção nas informações divulgadas por jornalistas que não conhecem a realidade do país, jornalistas que nunca tiveram a responsabilidade de fazer crescer uma econômia e jornalistas que estão colocando ainda mais no fundo do poço uma atividade que luta há 50 anos, pelo menos, para ter um espaço decente no país do agronegócio.
Assine:
http://www.petitiononline.com/23072009/
Acesse:
www.granjasuruvi.com.br
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Rússia autoriza o Brasil a habilitar plantas frigoríficas de SC para exportação de carne suína
O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura , Inácio Afonso Kroetz, confirmou nesta manhã (18/3), que a Rússia autorizou o Brasil a habilitar empresas catarinenses para exportação de carne suína. Segundo ele, esta é a etapa que antecede a negociação direta com os frigoríficos. “Com a autorização, vamos habilitar plantas frigoríficas, que cumprem as exigências do Brasil e da Rússia, esta liberdade que os russos nos deram, foi conquistada após muitas tentativas”, afirma ele.
Em 2007, quando Santa Catarina recebeu o Certificado de Região Livre de Febre Aftosa sem Vacinação da Organização de Saúde Animal (OIE), a Rússia liberou a compra de carne suína do estado, desde que os animais fossem abatidos em frigoríficos habilitados. “O grande problema é que até o momento, a Rússia não havia habilitado nenhum frigorífico do estado, mas agora o Brasil recebeu a autorização para inspecionar as plantas sob o nosso critério e o deles”, explica Kroetz.
O secretário de Defesa Agropecuária conta que o Ministério da Agricultura montou equipes de fiscalização, que deverão visitar os frigoríficos de Santa Catarina ainda nesta semana, para habilitar as empresas do estado em até 14 dias. Assim que este procedimento foi desempenhado, um relatório com as plantas e dados será encaminhado às autoridades russas para aprovação. “Eles irão selecionar as empresas, que considerarem adequadas, e a partir deste passo iniciar as negociações com o estado catarinense”.
Ao todo, 10 frigoríficos serão habilitados pelo Brasil, a vender carne suína à Rússia. “Estamos autorizados a inspecionar uma lista de 10 frigoríficos do estado, isso não significa que todos tenham interesse em exportar, mas é provável que sim, nós acreditamos que todas atendam os requisitos solicitados pela Rússia”, Kroetz. O secretário acredita que as negociações possam iniciar em abril.
Em 2007, quando Santa Catarina recebeu o Certificado de Região Livre de Febre Aftosa sem Vacinação da Organização de Saúde Animal (OIE), a Rússia liberou a compra de carne suína do estado, desde que os animais fossem abatidos em frigoríficos habilitados. “O grande problema é que até o momento, a Rússia não havia habilitado nenhum frigorífico do estado, mas agora o Brasil recebeu a autorização para inspecionar as plantas sob o nosso critério e o deles”, explica Kroetz.
O secretário de Defesa Agropecuária conta que o Ministério da Agricultura montou equipes de fiscalização, que deverão visitar os frigoríficos de Santa Catarina ainda nesta semana, para habilitar as empresas do estado em até 14 dias. Assim que este procedimento foi desempenhado, um relatório com as plantas e dados será encaminhado às autoridades russas para aprovação. “Eles irão selecionar as empresas, que considerarem adequadas, e a partir deste passo iniciar as negociações com o estado catarinense”.
Ao todo, 10 frigoríficos serão habilitados pelo Brasil, a vender carne suína à Rússia. “Estamos autorizados a inspecionar uma lista de 10 frigoríficos do estado, isso não significa que todos tenham interesse em exportar, mas é provável que sim, nós acreditamos que todas atendam os requisitos solicitados pela Rússia”, Kroetz. O secretário acredita que as negociações possam iniciar em abril.
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Exportação 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Balança Comercial de Concórdia em recuperação
Os números de fevereiro são animadores, se comparados ao mês de janeiro. Houve aumento de 12% nas exportações de produtos de Concórdia no último mês. Em janeiro, os dados registraram queda de 60%, um prejuízo de US$ 900 mil. A recuperação já começa a aparecer, segundo informações do Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior.
Em fevereiro, Concórdia exportou US$ 661,346 mil, no mês anterior US$ 586.371 mil, o que representa a recuperação de 12%. Porém, se comparado ao mesmo período no ano passado, Concórdia exportou 48% a menos, deixando de arrecadar US$ 691,889 mil. Os produtos que lideraram as vendas em fevereiro, são de origem suína e de frango. Os países que mais compraram de Concórdia no mês, Estados Unidos 73%, China 12%, Alemanha 12% e Canadá 1%. Em comparação com o mês de janeiro, a Argentina, o Chile e o Uruguai que lideravam as compras, deixaram de comprar do município em fevereiro.
Bom Desempenho
Os dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, divulgados na última sexta-feira (13/3), apontam que o município de Seara, está em sexto lugar no ranking dos maiores exportadores de Santa Catarina. Em fevereiro, Seara exportou US$ 8.366,445 mi. O desempenho do município, caiu 2% em relação ao mês de janeiro, porém, Seara fica atrás apenas de Itajaí, Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul e Rio do Sul.
Os países que lideram as compras são China, que representa 77% do total exportado, Argentina 9% e Hong Kong 6%.
Entre os municípios da Amauc, Seara é o que mais exporta, em seguida Ipumirim, que está em 24º (Vigésimo quarto) lugar no ranking dos maiores municípios exportadores do estado, Itá está em 19º (Décimo nono) lugar e Concórdia 57º (Qüinquagésimo sétimo).
Em fevereiro, Concórdia exportou US$ 661,346 mil, no mês anterior US$ 586.371 mil, o que representa a recuperação de 12%. Porém, se comparado ao mesmo período no ano passado, Concórdia exportou 48% a menos, deixando de arrecadar US$ 691,889 mil. Os produtos que lideraram as vendas em fevereiro, são de origem suína e de frango. Os países que mais compraram de Concórdia no mês, Estados Unidos 73%, China 12%, Alemanha 12% e Canadá 1%. Em comparação com o mês de janeiro, a Argentina, o Chile e o Uruguai que lideravam as compras, deixaram de comprar do município em fevereiro.
Bom Desempenho
Os dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, divulgados na última sexta-feira (13/3), apontam que o município de Seara, está em sexto lugar no ranking dos maiores exportadores de Santa Catarina. Em fevereiro, Seara exportou US$ 8.366,445 mi. O desempenho do município, caiu 2% em relação ao mês de janeiro, porém, Seara fica atrás apenas de Itajaí, Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul e Rio do Sul.
Os países que lideram as compras são China, que representa 77% do total exportado, Argentina 9% e Hong Kong 6%.
Entre os municípios da Amauc, Seara é o que mais exporta, em seguida Ipumirim, que está em 24º (Vigésimo quarto) lugar no ranking dos maiores municípios exportadores do estado, Itá está em 19º (Décimo nono) lugar e Concórdia 57º (Qüinquagésimo sétimo).
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Exportação 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Abipecs não quer perder tempo
A instabilidade do mercado financeiro mundial continua preocupando o setor suinicula brasileiro. O ano de 2008 fechou com a redução de 55,8% nas exportações de carne suína. Além deste fator, o custo de produção e o baixo preço pago por quilo de suíno aos produtores também preocupam as entidades relacionadas. Para a Abipecs – Associação Brasileira da Industria Produtora e Exportadora de Carne Suína, a queda é reflexo da dependência do Brasil com a Rússia. Segundo o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, o país adquire mais de 40% da carne suína brasileira. “A crise atingiu a Rússia em grandes proporções, com isso vendemos menos e o resultado já pode ser visto em novembro e dezembro do ano passado”.
Camargo Neto acredita que a venda de carne suína para a Rússia nos próximos meses está comprometida. Segundo ele, com o corte de gastos, o pais privilegiou, através do sistema de cotas, apenas os Estados Unidos. “A Rússia quebrou uma parceria que poderia ter dado certo, ou melhor, nós acreditávamos neste acordo”, comenta ele.
Diante da situação a Abipecs está pressionando o governo brasileiro a agilizar a abertura de novos mercados. Para Camargo Neto está é a única alternativa para a suinocultura brasileira neste momento. “Vamos pressionar muito mais o governo, não podemos perder tempo, precisamos oferecer prioridades para os países interessados na carne suína brasileira”., esclarece. O presidente comenta ainda que se alguns países abrissem mercado para o Brasil, o problema estaria resolvido. “O que não falta são oportunidades, precisamos insistir nelas”, explica ele.
Camargo Neto acredita que a venda de carne suína para a Rússia nos próximos meses está comprometida. Segundo ele, com o corte de gastos, o pais privilegiou, através do sistema de cotas, apenas os Estados Unidos. “A Rússia quebrou uma parceria que poderia ter dado certo, ou melhor, nós acreditávamos neste acordo”, comenta ele.
Diante da situação a Abipecs está pressionando o governo brasileiro a agilizar a abertura de novos mercados. Para Camargo Neto está é a única alternativa para a suinocultura brasileira neste momento. “Vamos pressionar muito mais o governo, não podemos perder tempo, precisamos oferecer prioridades para os países interessados na carne suína brasileira”., esclarece. O presidente comenta ainda que se alguns países abrissem mercado para o Brasil, o problema estaria resolvido. “O que não falta são oportunidades, precisamos insistir nelas”, explica ele.
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