A construção do Centro de Eventos, que será inaugurado logo mais à noite, foi viabilizada pelo Governo Federal, Governo Estadual e Governo Municipal. O investimento foi de R$ 10,5 milhões.
O Governo de Santa Catarina viabilizou R$ 5 milhões para a obra. O Governo Federal, R$ 3 milhões e o município contribuiu com R$ 2,5 milhões, através do terreno e da equipe responsável pela obra.
O Centro de Eventos de Concórdia possui mais de 11 mil metros quadrados de obra construída. A estrutura conta com auditório, cinco salas institucionais, 10 cabines de imprensa, 12 imatizados, praça de alimentação, vestiários, banheiros, estacionamento e ambulatório médico. A construção iniciou em 2006.
O prefeito de Concórdia, Neodi Saretta, afirma que o Centro de Eventos é da comunidade. "É a grande obra do município e o mais importante está totalemente paga, a comunidade agora deve aproveitar a estrutura", declara ele.
Nesta noite, a partir das 20h, o Centro de Eventos irá receber toda a comunidade. Saretta comenta que os primeiros a se apresentarem no palco, serão os concordienses. " Não poderia ser diferente, o Centro de Eventos receberá artistas e espetáculos, mas depois, hoje a noite é de Concórdia", diz ele.
A presença do governador de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, está confirmada para a inauguração.
A equipe de jornalismo da Rádio Aliança, transmite ao vivo, a inauguração do Centro de Eventos de Concórdia, a partir dàs 20h.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Enchente no litoral: Momentos de aflição
Mais de 48 horas de pavor. Assim vivem os moradores de boa parte do litoral catarinense, nesta semana. Vários concordienses, moram na região que está alagada. Um deles é Gerson Savoldi, que reside em Itajaí há um ano e meio, e em depoimento à Aliança, na tarde de ontem(24/11), disse que a situação é muito triste e o que a família espera agora é voltar para casa. "Minha família está bem, estamos em um apartamento de amigos, daqui observamos que a agua bate na cintura das pessoas que estão nas ruas, a visão que temos, é de que toda a cidade está alagada e não tem como sair de dentro da cidade", conta ele. A casa de Savoldi está alagada. Segundo ele, a casa fica localizada em um dos pontos mais altos de Itajaí.
A água invadiu avenidas, escolas, supermercados e casas. Todas as pessoas que estão nestas cidades, que foram atingidas pela forte chuva, estão ilhadas. Savoldi acredita que situação deve continuar por pelo menos dois dias. " Estamos ilhados, assim como toda a cidade, amigos irão nos trazer alimentos e água para passarmos dois ou três dias aqui", Savoldi.
Savoldi conta ainda que somente os prédios, do segundo andar para cima, se livraram da enchente. "Somente os prédios mesmo, algumas pessoas ficam no segundo andar das casas, mas quem está nos prédios, está a salvo", conta ele.
A água invadiu avenidas, escolas, supermercados e casas. Todas as pessoas que estão nestas cidades, que foram atingidas pela forte chuva, estão ilhadas. Savoldi acredita que situação deve continuar por pelo menos dois dias. " Estamos ilhados, assim como toda a cidade, amigos irão nos trazer alimentos e água para passarmos dois ou três dias aqui", Savoldi.
Savoldi conta ainda que somente os prédios, do segundo andar para cima, se livraram da enchente. "Somente os prédios mesmo, algumas pessoas ficam no segundo andar das casas, mas quem está nos prédios, está a salvo", conta ele.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Expectativa: Mercado reage em SP. Esperança é a mesma para SC
O mercado paulista de carne suína começa a apresentar sinais de reação. O valor passou de R$ 2,66 para R$ 3,15. Segundo o presidente da Associação Paulista de Criadores de Suínos, Valdomiro Ferreira Júnior, o mercado está evoluindo rapidamente na retomada dos preços. “Em uma semana, o mercado começou a apresentar maior procura de carne, o valor aumentou significativamente, a última comercialização que fizemos, atingiu R$ 3,15 por quilo de suíno”, conta ele.
Ferreira acredita que a reação do preço do suíno em São Paulo, surtirá efeitos em Santa Catarina. “Não havia necessidade de uma queda brusca no quilo do suíno, houve especulação e despero por parte do produtor, o preço do suíno irá voltar para o patamar de equilíbrio, para o frigorífico e para o produtor, em Santa Catarina não será diferente”, esclarece.
Em Santa Catarina, o preço pago por quilo de suíno está entre R$2,15 e R$ 2,25. Segundo levantamento realizado pela Associação Catarinense de Criadores de Suínos, as agroindústrias do estado não pretendem reduzir o valor do quilo de suíno, nos próximos dias.
Acompanhe, entrevista na integra, a partir dàs 11h50, no Jornal Aliança
ou através do site, www.accs.org.br - Link - Programa de rádio.
Ferreira acredita que a reação do preço do suíno em São Paulo, surtirá efeitos em Santa Catarina. “Não havia necessidade de uma queda brusca no quilo do suíno, houve especulação e despero por parte do produtor, o preço do suíno irá voltar para o patamar de equilíbrio, para o frigorífico e para o produtor, em Santa Catarina não será diferente”, esclarece.
Em Santa Catarina, o preço pago por quilo de suíno está entre R$2,15 e R$ 2,25. Segundo levantamento realizado pela Associação Catarinense de Criadores de Suínos, as agroindústrias do estado não pretendem reduzir o valor do quilo de suíno, nos próximos dias.
Acompanhe, entrevista na integra, a partir dàs 11h50, no Jornal Aliança
ou através do site, www.accs.org.br - Link - Programa de rádio.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Agricultores pedem mais! Mas estão no seu direito.
Centenas de pessoas participaram da audiência pública promovida pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina, na noite de ontem (17/11), no auditório da UnC Concórdia. O local estava lotado de produtores rurais de todo o Alto Uruguai CAtarinense. A iniciativa é inédita no Brasil. Hoje, todos os estados brasileiros seguem o mesmo código ambiental, com as mesmas regras, apesar de todos os lugares serem diferentes. O Objetivo do novo Código Ambiental para Santa Catarina é reduzir os impactos da lei ambiental para o produtor rural.
Santa Catarina é o estado com o maior número de rios, córregos e sangas. De acordo com o engenheiro agrônomo, Felipe Penter, a agricultura de SC é formada por pequenas propriedades. "De que maneira os pequenos produtores irão se manter, se a propriedade é pequena, e a cada sanga é preciso preservar 30 metros".
O atual código ambiental brasileiro exige que a cada córrego, rio ou sanga, o produtor preserve os 30 metros da mata ciliar. O Código Ambiental Santa Catarina é claro. Se o rio tiver 5 metros de largura, 5 metros deverão ser preservados. Se o rio tiver 10 metros de largura, 10 metros deverão ser preservados, e assim consecutivamente. Nas sangas a regra é a mesma, preserva-se o mesmo que a largura total. De acordo com o presidente da Comissão de Política Rural e Agricultura, Moacir Sopelsa, a lei é justa. "O código foi todo reformulado, será um beneficio para os produtores rurais".
Os produtores rurais, que abriram mão do seu tempo para participar da reinvindicação da Assembléia Legislativa, puderam se inscrever e opinar sobre o projeto de lei. Muitos deles, são a favor do código, desde que a mudança os beneficie realmente.
A agricultora, Terezinha Conti, confirma a informação. "A minha propriedade possui 12 hectares, e um córrego de oito metros de largura, preservando os 30 metros de mata ciliar, ficamos praticamente sem propriedade, sou a favor do código, desde que o projeto nos ajude a permanecer na atividade", explica ela.
O produtor de grãos e aves Ladi Conte, de Irani, também é a favor do novo código ambiental, mas acredita que o produtor deveria ser reembolsado por preservar a natureza. "Estamos produzindo menos, em um terra que é nossa, seria o papel do governo nos pagar por isso. Mas sou a favor do código, desde que haja a alteração na preservação das margens dos rios, córregos ou sangas", diz ele.
O agricultor Alécio Bezi, de Paial, mudaria novamente o código para o estado, ele acredita que deveria existir uma lei para cada propriedade. "Para propriedades grandes o novo código é perfeito, já para proriedades pequenas, as novas exigências continuam inviabilizando a atividade", opina.
Durante a audiência, o representantes dos agricultores familiares, coordenador do Sintraf, Alaci Wamms, defendeu os produtores rurais e pediu aos deputados presentes que revejam o código e passem a reembolsar os produtores, a cada hectare de preservação.
Santa Catarina é o estado com o maior número de rios, córregos e sangas. De acordo com o engenheiro agrônomo, Felipe Penter, a agricultura de SC é formada por pequenas propriedades. "De que maneira os pequenos produtores irão se manter, se a propriedade é pequena, e a cada sanga é preciso preservar 30 metros".
O atual código ambiental brasileiro exige que a cada córrego, rio ou sanga, o produtor preserve os 30 metros da mata ciliar. O Código Ambiental Santa Catarina é claro. Se o rio tiver 5 metros de largura, 5 metros deverão ser preservados. Se o rio tiver 10 metros de largura, 10 metros deverão ser preservados, e assim consecutivamente. Nas sangas a regra é a mesma, preserva-se o mesmo que a largura total. De acordo com o presidente da Comissão de Política Rural e Agricultura, Moacir Sopelsa, a lei é justa. "O código foi todo reformulado, será um beneficio para os produtores rurais".
Os produtores rurais, que abriram mão do seu tempo para participar da reinvindicação da Assembléia Legislativa, puderam se inscrever e opinar sobre o projeto de lei. Muitos deles, são a favor do código, desde que a mudança os beneficie realmente.
A agricultora, Terezinha Conti, confirma a informação. "A minha propriedade possui 12 hectares, e um córrego de oito metros de largura, preservando os 30 metros de mata ciliar, ficamos praticamente sem propriedade, sou a favor do código, desde que o projeto nos ajude a permanecer na atividade", explica ela.
O produtor de grãos e aves Ladi Conte, de Irani, também é a favor do novo código ambiental, mas acredita que o produtor deveria ser reembolsado por preservar a natureza. "Estamos produzindo menos, em um terra que é nossa, seria o papel do governo nos pagar por isso. Mas sou a favor do código, desde que haja a alteração na preservação das margens dos rios, córregos ou sangas", diz ele.
O agricultor Alécio Bezi, de Paial, mudaria novamente o código para o estado, ele acredita que deveria existir uma lei para cada propriedade. "Para propriedades grandes o novo código é perfeito, já para proriedades pequenas, as novas exigências continuam inviabilizando a atividade", opina.
Durante a audiência, o representantes dos agricultores familiares, coordenador do Sintraf, Alaci Wamms, defendeu os produtores rurais e pediu aos deputados presentes que revejam o código e passem a reembolsar os produtores, a cada hectare de preservação.
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Código Ambiental para Santa Catarina
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Movimentação cria boas expectativas
A audiência entre o presidente da ACCS, Wolmir de Souza e o Ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes rendeu boas expectativas para o setor. A situação que o setor produtivo vem enfrentando foi o principal assunto da discussão. Uma primeira medida foi garantida pelo ministro da agricultura. Na próxima semana, Stephanes irá se reunir com o ministro da agricultura da Rússia para reforçar que Santa Catarina está em plenas condições de vender o produto também.
Segundo o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e deputado federal (PMDB-SC) Valdir Colatto o objetivo será alcançado. "Queremos pressionar o Governo Federal para a situação do setor produtivo, pedimos ao ministro que facilite a vida do agricultor", declara.
Segundo Wolmir de Souza, os comentários em Brasília favorecem o setor suinicula. " Há uma tendência positiva no mercado de carne, a situação pode normalizar", afirma. O Ministério da Agricultura ofereceu uma outra alternativa ao estado. " Precisamos reter carne, os produtores precisam parar de oferecer, sem oferta a situação pode melhorar", repassou Souza.
Além do encontro com o Stephanes, a ACCS e a Frente Parlamentar da Agropecuária, estiveram com o ministro da Previdência, José Pimentel. A pauta da audiência foi relacionada ao imposto cobrado ao suinocultor, Funrural. "O suinocultor não tem condições de pagar por duas vezes o mesmo imposto, a bitributação deve ser derrubada", esclarece Souza.
Segundo Souza, o ministro da previdência, José Pimentel, comprometeu-se em ajudar o setor.
Acompanhe a entrevista na integra através do site www.accs.org.br
Acesse: "Informativo ACCS".
Segundo o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária e deputado federal (PMDB-SC) Valdir Colatto o objetivo será alcançado. "Queremos pressionar o Governo Federal para a situação do setor produtivo, pedimos ao ministro que facilite a vida do agricultor", declara.
Segundo Wolmir de Souza, os comentários em Brasília favorecem o setor suinicula. " Há uma tendência positiva no mercado de carne, a situação pode normalizar", afirma. O Ministério da Agricultura ofereceu uma outra alternativa ao estado. " Precisamos reter carne, os produtores precisam parar de oferecer, sem oferta a situação pode melhorar", repassou Souza.
Além do encontro com o Stephanes, a ACCS e a Frente Parlamentar da Agropecuária, estiveram com o ministro da Previdência, José Pimentel. A pauta da audiência foi relacionada ao imposto cobrado ao suinocultor, Funrural. "O suinocultor não tem condições de pagar por duas vezes o mesmo imposto, a bitributação deve ser derrubada", esclarece Souza.
Segundo Souza, o ministro da previdência, José Pimentel, comprometeu-se em ajudar o setor.
Acompanhe a entrevista na integra através do site www.accs.org.br
Acesse: "Informativo ACCS".
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Crise Financeira Mundial
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Secretaria do Estado de Agricultura promete ajudar o produtor rural
O setor agropecuário de Santa Catarina está passando por um momento de dificuldades. Hoje, toda a cadeia produtiva sofre com a Crise Financeira Mundial. Desde o produtor rural até o mercado de exportação. Na região do Alto Uruguai Catarinense, a suinocultura enfrenta prejuízos significativos, assim como a bovinocultura de leite e também o setor de grãos.
Umas das alternativas apontadas pela Frente Parlamentar da Agropecuária, seria explanar ao Governo Federal a situação do setor. No estado, nota-se também uma movimentação por parte do governo.
Em entrevista ao jornalismo da Aliança nesta manhã (13/11), o secretário de Estado da Agricultura, Antônio Ceron, avaliou a situação como preocupante. "Estamos realmente preocupados com o setor produtivo, é de conhecimento do Governo do Estado toda a situação, estamos agindo, mas precisamos que o mercado aponte saídas certas para a agricultura", declara ele.
Antonio Ceron ressalta que o Brasil trabalhou para previnir da crise o setor especulativo. " A crise atingiu os EUA, que possui a economia mais sólida do planeta, o Governo Federal acreditava que o pais não iria sofrer consequencias imediatas, porém, além do setor especulativo, todos os setores que movimentam a econômia foram surpreendidos pela crise, principalmente a agricultura", diz ele.
Sobre as medidas que o Governo de Santa Catarina poderá tomar para resolver a situação do setor, Antônio Ceron garante que pediu auxílio ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. " Nos encontramos na semana passada, em Florianópolis, o ministro afirmou que o Brasil irá auxiliar a agricultura e negociar com os países que compram carne do estado", conta ele.
Ceron finaliza afirmando que está sobrando carne no mercado catarinense. " Está sobrando carne catarinense, pois os principais países que compram carne de SC estão em crise, é preciso negociar com estas nações e vender o nosso produto", esclarece ele.
A crise financeira está presente na agricultura brasileira há pelo menos 25 dias.
Umas das alternativas apontadas pela Frente Parlamentar da Agropecuária, seria explanar ao Governo Federal a situação do setor. No estado, nota-se também uma movimentação por parte do governo.
Em entrevista ao jornalismo da Aliança nesta manhã (13/11), o secretário de Estado da Agricultura, Antônio Ceron, avaliou a situação como preocupante. "Estamos realmente preocupados com o setor produtivo, é de conhecimento do Governo do Estado toda a situação, estamos agindo, mas precisamos que o mercado aponte saídas certas para a agricultura", declara ele.
Antonio Ceron ressalta que o Brasil trabalhou para previnir da crise o setor especulativo. " A crise atingiu os EUA, que possui a economia mais sólida do planeta, o Governo Federal acreditava que o pais não iria sofrer consequencias imediatas, porém, além do setor especulativo, todos os setores que movimentam a econômia foram surpreendidos pela crise, principalmente a agricultura", diz ele.
Sobre as medidas que o Governo de Santa Catarina poderá tomar para resolver a situação do setor, Antônio Ceron garante que pediu auxílio ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes. " Nos encontramos na semana passada, em Florianópolis, o ministro afirmou que o Brasil irá auxiliar a agricultura e negociar com os países que compram carne do estado", conta ele.
Ceron finaliza afirmando que está sobrando carne no mercado catarinense. " Está sobrando carne catarinense, pois os principais países que compram carne de SC estão em crise, é preciso negociar com estas nações e vender o nosso produto", esclarece ele.
A crise financeira está presente na agricultura brasileira há pelo menos 25 dias.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
É vergonhoso! Nem as luzinhas de natal!
O que fazer? Meu Deus! Aonde está o espírito natalino destes concordienses?
"Nem as luzinhas de natal" se livram dos atos de vandalismo nesta cidade.
Faz apenas uma semana que a Secretaria de Desenvolvimento Econõmico e Social de Concórdia iniciou a instalação das lampadas de natal na Praça Dogello Goss. Serão colocadas no total 200 mil lampadas. O Objetivo é deixar a cidade linda e iluminada, devido a época do ano.
Você acredita que eles, pessoas irreponsáveis, trocam as lampadas em condições de uso, por outras "estragadas", ou nem se dão ao trabalho de substituir, apenas tiram e terminam com o patrimônio público? É isto que acontece.
Eu estou indignada, sei que isso acontece todos os anos, mas precisa? O que eles fazem com uma "lampadazinha"? Claro, não roubam apenas uma, como aconteceu ontem (11/11) uma árvore inteira ficou sem lampadas de natal. Que bonito, parabéns aos vandalos!! Isso é vergonhoso.
Conheça a opinião do responsável pelo projeto Sonho de Natal 2008, no site www.radioalianca.com.br.
Ah! Só para lembrar, a Polícia Militar deveria estar de olho nisto não é?
"Nem as luzinhas de natal" se livram dos atos de vandalismo nesta cidade.
Faz apenas uma semana que a Secretaria de Desenvolvimento Econõmico e Social de Concórdia iniciou a instalação das lampadas de natal na Praça Dogello Goss. Serão colocadas no total 200 mil lampadas. O Objetivo é deixar a cidade linda e iluminada, devido a época do ano.
Você acredita que eles, pessoas irreponsáveis, trocam as lampadas em condições de uso, por outras "estragadas", ou nem se dão ao trabalho de substituir, apenas tiram e terminam com o patrimônio público? É isto que acontece.
Eu estou indignada, sei que isso acontece todos os anos, mas precisa? O que eles fazem com uma "lampadazinha"? Claro, não roubam apenas uma, como aconteceu ontem (11/11) uma árvore inteira ficou sem lampadas de natal. Que bonito, parabéns aos vandalos!! Isso é vergonhoso.
Conheça a opinião do responsável pelo projeto Sonho de Natal 2008, no site www.radioalianca.com.br.
Ah! Só para lembrar, a Polícia Militar deveria estar de olho nisto não é?
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Sonho de Natal
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Quando está bom para um, não está bom para o outro
"Está sobrando milho no mercado". A afirmação é do responsável pelo setor de insumos da Copérdia, Flávio Zenaro. Segundo ele, em comparação com o mesmo período do ano passado o cenário é inverso. Hoje o custo da saca para o produtor de suínos é de R$ 19,00. No ano passado, a saca custava R$ 32,00. Segundo Zenaro, a pressão da exportação é a mesma que eleva e reduz o preço.
( Com o preço do milho cotado a este valor quem ganha é o suinocutor, pois o insumo "milho" é o principal alimento consumido pelo animal, desta forma o custo de produção compensa o preço baixo pago pelas agroíndustrias. Mas quando está bom para um, não está bom para outro. Afinal, o produtor de grãos está sofrendo com a situação. )
Zenaro explica que esta sobra de milho no mercado de insumos é resultado do grande volume de produção e o baixo de exportação. Zenaro comenta ainda que a crise financeira mundial está tirando muito dinheiro de circulação.
(Até aonde vai está crise? Será que a agricultura aguenta isso até quando?)
( Com o preço do milho cotado a este valor quem ganha é o suinocutor, pois o insumo "milho" é o principal alimento consumido pelo animal, desta forma o custo de produção compensa o preço baixo pago pelas agroíndustrias. Mas quando está bom para um, não está bom para outro. Afinal, o produtor de grãos está sofrendo com a situação. )
Zenaro explica que esta sobra de milho no mercado de insumos é resultado do grande volume de produção e o baixo de exportação. Zenaro comenta ainda que a crise financeira mundial está tirando muito dinheiro de circulação.
(Até aonde vai está crise? Será que a agricultura aguenta isso até quando?)
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Cultura em Concórdia
A cultura italiana será lembrada neste final de semana em Concórdia. Está programado para este sábado (08/11) e domingo (09/11) o 12º Encontro Nacional de Apresentadores de Programas do Talian do Rádio Brasileiro. O evento, que conta com palestras e shows, será na sede da IACC Clube, a partir das 15h, no sábado.
O encontro brasileiro está vindo para Concórdia, devido à cultura italiana praticada pela comunidade. A Rádio Aliança realiza há 17 anos, aos domingos, o Programa Taliani Contenti. Os apresentadores, Nenê Magro e Nenê Piolla, são os organizadores do evento neste ano.
De acordo com um dos pioneiros da saga da italianidade no rádio em Concórdia, Nenê Magro, o encontro tem por objetivo fortalecer a cultura italiana no estado. "O termo “talian” é o resultado de uma mistura de dialetos vindos da Itália", explica ele.
No sábado o evento será feito para convidados especiais, no domingo as inscrições serão efetuadas às 9h da manhã, no local do encontro. As dúvidas também podem ser esclarecidas na Rádio Aliança.
O encontro brasileiro está vindo para Concórdia, devido à cultura italiana praticada pela comunidade. A Rádio Aliança realiza há 17 anos, aos domingos, o Programa Taliani Contenti. Os apresentadores, Nenê Magro e Nenê Piolla, são os organizadores do evento neste ano.
De acordo com um dos pioneiros da saga da italianidade no rádio em Concórdia, Nenê Magro, o encontro tem por objetivo fortalecer a cultura italiana no estado. "O termo “talian” é o resultado de uma mistura de dialetos vindos da Itália", explica ele.
No sábado o evento será feito para convidados especiais, no domingo as inscrições serão efetuadas às 9h da manhã, no local do encontro. As dúvidas também podem ser esclarecidas na Rádio Aliança.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Atenção! Para a nossa econômia
"O setor produtivo está sendo prejudicado com a crise financeira mundial". A informação é do presidente da Associação Brasileira de Produtos Exportadores de Carne Suína, Pedro de Camargo Neto. Além das agroindústrias, que estão registrando prejuízos, os produtores sentem no bolso os reflexos da crise. Há nove meses o preço do leite reduz significativamente. Nas últimas semanas, o preço do suíno caiu 20% em Santa Catarina.
Em entrevista nesta manhã ao jornalismo da Aliança, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, também deputado federal, Valdir Colatto (PMDB/SC), afirmou que está alertando o Governo Federal para a situação do setor produtivo. "Estamos lutando pelo setor, buscando medidas que possam reduzir os prejuízos dos produtores rurais", declara ele. Segundo Colatto, o Governo Federal está mais preocupado com o setor especulativo. "O Governo Federal também se mostra preocupado com o setor produtivo, mas falta agilidade", afirmou ele. A Frente Parlamentar da Agropecuária pede ao Governo Federal que disponibilize recursos ao setor agropecuário. "Precisamos garantir a próxima safra, não podemos permitir que o produtor encontre dificuldades no processo", afirmou Colatto.
Sobre as quedas consecutivas no preço do suíno em todo o Brasil, Colatto disse que os portos estão com estoques de carnes. "Esta informação foi repassada à Frente na semana passada, mas o setor que movimenta as exportações já está tomando medidas", afirma.
Ele destaca ainda que a ACCS - Associação Catarinense de Criadores de Suínos, deve participar de um encontro com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, nos próximos dias. " Vamos pedir auxílio do Governo Federal para a suinocultura, afinal Santa Catarina é o principal produtor de carne suína do país", ressaltou.
Em entrevista nesta manhã ao jornalismo da Aliança, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, também deputado federal, Valdir Colatto (PMDB/SC), afirmou que está alertando o Governo Federal para a situação do setor produtivo. "Estamos lutando pelo setor, buscando medidas que possam reduzir os prejuízos dos produtores rurais", declara ele. Segundo Colatto, o Governo Federal está mais preocupado com o setor especulativo. "O Governo Federal também se mostra preocupado com o setor produtivo, mas falta agilidade", afirmou ele. A Frente Parlamentar da Agropecuária pede ao Governo Federal que disponibilize recursos ao setor agropecuário. "Precisamos garantir a próxima safra, não podemos permitir que o produtor encontre dificuldades no processo", afirmou Colatto.
Sobre as quedas consecutivas no preço do suíno em todo o Brasil, Colatto disse que os portos estão com estoques de carnes. "Esta informação foi repassada à Frente na semana passada, mas o setor que movimenta as exportações já está tomando medidas", afirma.
Ele destaca ainda que a ACCS - Associação Catarinense de Criadores de Suínos, deve participar de um encontro com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, nos próximos dias. " Vamos pedir auxílio do Governo Federal para a suinocultura, afinal Santa Catarina é o principal produtor de carne suína do país", ressaltou.
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